sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Espaço Acadêmico

 



POSSIBILIDADES DA AVALIAÇÃO DIALÓGICA
Layane C. de Souza, Pedagoga pela Faculdade Gama e Souza,
Pós- Graduada em Pedagogia Empresarial pelo Instituto
A Vez do Mestre da Universidade Cândido Mendes,
 Professora de Língua Brasileira de Sinais.
                                                                    Pesquisadora e Palestrante do CH Penha Projetos Educacionais

I- INTRODUÇÃO
Atualmente vivemos em um mundo onde as realidades sociais ainda se diferem muito. Em nosso próprio país encontramos locais super desenvolvidos e outros em condições desumanas. E esta realidade está presente em nossa sala de aula. E como avaliar pessoas com vivências tão diferentes, mas que estão em um mesmo tempo e espaço? Qual a diferença entre a avaliação da educação tradicional e a avaliação na educação construtivista? Será que hoje sabendo desta diferente realidade em nossa sociedade devemos ainda nos colocar como donos do saber ou aceitar que estamos sempre em constante aprendizagem e que a troca, a prática e o diálogo são instrumentos que nos permitem ser mediadores deste constante processo de aprendizagem para nossos alunos?
Se as realidades são diferentes, as vivências, o desenvolvimento, o saber e o querer também são. Olhar para a avaliação como processo de construção e não seletora requer um entendimento desta sociedade e principalmente humildade para saber que somos todos diferentes e que a educação também requer métodos e atividades diversificadas de acordo com a realidade de cada um. Devemos olhar para a turma como um todo sem se esquecer desta individualidade de cada um seja ele adulto, criança, deficiente físico ou mental.

II- O QUE É AVALIAÇÃO?

Hoje a avaliação está relacionada diretamente com o processo ensino-aprendizagem. Quando se fala em avaliação não mais temos que pensar em um meio de punição ou de medição do nível de conhecimento do aluno.Avaliar é verificar se os objetivos, planejamentos e métodos utilizados obtiveram o resultado esperado e direcionar esses resultados a ações que possam melhorar a efetividade do processo.
De acordo com Paulo Freire, "não se pode separar a prática da teoria, autoridade de liberdade, ignorância de saber, respeito ao professor de respeito aos alunos, ensinar de aprender".
Então se avaliar é a aferição do processo ensino aprendizagem, o professor não deve priorizar o resultado e sim o andamento do processo valorizando cada etapa como uma construção do indivíduo.
A verdadeira educação consiste na educação problematizadora ou conscientizadora, objetiva o desenvolvimento da consciência crítica e a liberdade. A dialogicidade é a essência desta educação. O educador e o educando são, portanto, sujeitos de um processo que crescem juntos. (Paulo Freire)
Diferente da educação tradicional o professor hoje não é o centro do processo educacional. Antes os resultados das avaliações dependiam somente do aluno. Se o aluno não conseguisse alcançar os objetivos era porque ele não tinha sido um bom aluno estudando e prestando atenção no professor, já que ele era o dono do saber e o aluno um depósito do conhecimento.
Hoje o aluno é a peça principal do processo de aprendizagem, cabe ao professor procurar a melhor maneira de favorecer a aprendizagem do aluno e valorizar a importância desta coletividade e da troca, pois temos em nossas salas de aula uma diversidade muito grande cultural e social. Estas trocas trazem aprendizado tanto para os alunos quanto para os professores.
Segundo OSÒRIO, 2002, “O modelo classificatório de avaliação onde os alunos são considerados aprovados ou reprovados oficializa a concepção de sociedade excludente adotada pela escola”. A forma de avaliar e os resultados obtidos pela avaliação não deve refletir o modelo social excludente e competitivo que ainda temos.
Pelo contrário é a escola forma valores a partir de seus parâmetros, de seus trabalhos pedagógicos seja com os alunos, com a família e com a sociedade. Ela é um local onde pode e deve formar opiniões e se repetimos dentro dela modelos sociais decadentes, exclusivos estaremos formando cidadãos decadentes e exclusivos.
Nesta sociedade tão diversificada podemos nos deparar com educandos de realidades sociais, econômicas e culturais diferentes, alguns tem mais facilidade aos meios de comunicações, até mais que muitos professores, e outros mal conseguem assistir a um jornal.
Esta troca de informações favorece o crescimento da turma e nós como mediadores deste processo temos que valorizar a coletividade e avaliar toda esta participação propondo atividades que possa favorecer, por exemplo, a troca entre os alunos que não tem tanto acesso as informações com alunos que tem mais acesso e problematizações com temas atuais e transversais tão importantes para a formação do cidadão e sua vida em sociedade.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Devemos aprender de forma certa e se esse aprender tem a intenção de ensinar o outro, devemos ter uma preocupação a mais para não levar ao outro informações erradas.

Por Fátima Alves
Fonoaudióloga; Psicomotricista titulada pela SBP; Formação em Ramain Thiers; Presidente da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, gestão 2008/2011; Mestranda em Estudo em Ciências da Saúde e do Ambiente; Autoras dos livros "Psicomotricidade: corpo, ação e emoção", Inclusão: muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio", "Como aplicar a psicomotricidade: uma atividade multidisciplinar com Amor e União" e "Para Entender a S´ndrome de Down" e colaborada dos livros "Escola Competente" e "Compartilhar em Terapia"; Docente de Pós-Graduação do Projeto AVM, UCAM-RJ; Professora conteudista do IAVM; Colaboradora do IBRM (Instituto Brasileiro de Reeducação Motora); Ministrante de palestras, workshops e cursos.
Contato: fatimaalves2003@ig.com.br ou fatimaalves2003@oi.com.br

Ninguém é perfeito, graças a Deus, mas temos que tentar fazer melhor. Se a intenção é aprender, devemos aprender de forma certa e se esse aprender tem a intenção de ensinar o outro, devemos ter uma preocupação a mais para não levar ao outro informações erradas. Quando nos propomos a oferecer um conhecimento, uma aprendizagem, devemos ter certeza daquilo que transmitimos, tanto verbal como visualmente. A Pedagogia tem como objetivo aplicar conhecimentos produzidos, permitindo a reflexão, ordenação, a sistematização de todo um processo educacional, portanto, tenhamos cuidado com os erros, omissões, com o que escrevemos.
Tenho a grande preocupação de fornecer aos meus alunos textos, artigos, o que acho ser interessante sempre para o crescimento de cada um. Minha intenção é fazer do meu aluno conhecedor daquilo que acredito que esteja lendo e dessa forma colocando para seus futuros conhecedores esse conhecimento que aprendeu, que compreendeu, mas se copiamos, não devemos nos enganar, pois não estaremos aprendendo nada e assim não poderemos e nem devemos ensinar o outro. Se não conhecemos, compreendemos, o que ensinamos?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

EVENTOS DE EDUCAÇÃO 2011: Capacitação Permanente



FÓRUM INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
DATA: 16, 17 E 18 DE MARÇO DE 2011
CIDADE: SANTO ANTONIO DE POSSE- SP
TELEFONE: 19-3704-4291

SITE: http://www.adidatica.com.br/
E-MAIL: ivanilde@didatica.com.br
PALESTRANTES: CELSO ANTUNES, LUIS AUGUSTO ROHDE, GERALDO ALMEIDA,MARIA DOLORES FORTES, IVANILDE MOREIRA, ARIANA COSME.
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II ENSINAR CONGRESSO EDUCACIONAL DO SUL DE MINAS
DATA: 31/03 e 01/04   2011
CIDADE: CAXAMBU- MG
LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES
TELEFONE: 35-3435-4607   /  9125-4027
SITE: http://www.eventosar.com/
E-MAIL: ensinar@eventosar.com
PALESTRANTES: GERALDO PEÇANHA, RÚBIA MESQUITA, PIERLUIGI PIAZI, MAURÍCIO LOUZADA, SERRANO FREIRE, ROSITA EDLER, JANE PATRÍCIA HADDAD.

Obs. Informações enviadas por e-mail pelo Leandro da WAK Editora. Tel.21-3208-6095

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Espaço para Brincar e Aprender

Vejam só como ficou o nosso espaço para brincar e aprender. Estamos descobrindo novas rotas para as nossas navegações no mundo das crianças. Durante as férias elaboramos algumas mudanças. Baseamos a nossa proposta nas referências disponibilizadas no Encontro da Troca de Experiências, onde o diálogo e a integração acadêmica nos proporcionaram novos saberes. 











 A direção e funcionários da Creche Municipal Tio Sebastião Xavier agradecem o apoio recebido da Gerência de Educação Infantil, da 5a. CRE e de todos que participaram dos trabalhos da Creche colaborando direta e indiretamente. O sorriso abaixo é de felicidade mesmo.

Dificuldade de Aprendizagem e Reeducação Psicomotora

A Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) está com inscrições abertas para dois cursos voltados a graduados em qualquer área do conhecimento.

Com o objetivo de proporcionar qualificação para o mercado de trabalho, o Curso de Especialização em Educação e Reeducação Psicomotora oferece subsídios a educadores e interessados em atuar na área de psicomotricidade, visando abranger aspectos motores, afetivos e cognitivos.

Será realizado de 05 de abril de 2011 a 26 de abril de 2012, as terças e quintas-feiras, das 18h às 22h. Suas inscrições vão até 04 de fevereiro.

Já o Curso de Especialização em Dificuldade de Aprendizagem: Prevenção e Reeducação irá auxiliar na prevenção, na detecção e no tratamento de distúrbios da aprendizagem, abordando os temas: Dificuldades de Aprendizagem; Desenvolvimento e Aprendizagem; Prevenção dos Distúrbios de Aprendizagem; Neurolinguística e Desempenho Cognitivo; e Atuação Educacional nos Distúrbios de Aprendizagem.

Será realizado de 11 de abril de 2011 a 30 de abril de 2012, as segundas e quartas-feiras, das 18h às 21h45. Suas inscrições vão até 03 de fevereiro.

O valor de cada curso à vista é de R$ 2.052,00 ou em 12 parcelas de R$ 190,00 mais taxa de seleção de R$ 60,00.

As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Cepuerj - http://www.cepuerj.uerj.br/.
Mais informações:
 CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, bloco A, sala 1006
Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
Atendimento de 9h às 18h
Informações - Tel: (21) 2334-0639
ou pelo
site: http://www.cepuerj.uerj.br

sábado, 29 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A nossa Creche é a Escola dos nossos sonhos

A Escola dos Meus Sonhos


       Na escola dos meus sonhos, os alunos aprendem a cozinhar, costurar, consertar eletrodomésticos, a fazer pequenos reparos em eletricidade e de instalações hidráulicas,  a conhecer mecânica de geladeira e algo de construção civil. Trabalham horta, marcenaria e oficinas de escultura, desenho, pintura e música. Cantam no coro e tocam na orquestra. Uma semana ao ano integram-se na cidade, ao trabalho dos lixeiros, enfermeiros, carteiros, guardas de trânsito, policiais repórteres, feirantes e cozinheiros profissionais. Assim aprendem como a cidade se articula por baixo, mergulhando em suas conexões que, à superfície, nos asseguram limpeza urbana, socorro de saúde, segurança, informação e alimentação.
       Não há temas tabus. Todas as situações - limite da vida são tratadas com abertura e profundidade: dor, perda, falência, parto, morte, enfermidade, sexualidade e espiritualidade. Ali os alunos aprendem o texto dentro do contexto: a Matemática busca exemplos na corrupção dos precatórios e nos leilões das privatizações; o Português, na fala dos apresentadores de TV e nos jornais; a Geografia, nos suplementos de turismo e nos conflitos internacionais; a Física, nas corridas de Fórmula-I e nas pesquisas do Supertelescópio Huble; a Química, na qualidade dos cosméticos e culinária; a História, na violência contra cidadãos, para mostrar os antecedentes na relação colonizadores-índios, senhores-escravos, Exército-Canudos etc.
       Na escola dos meus sonhos a interdiciplinalidade permite que professores de Biologia e de Educação Física se complementem; a multidiciplinalidade faz com que a História do Livro seja estudada a partir de textos bíblicos; a transdiciplinalidade introduz aulas de meditação e dança e associa a história da arte à história das ideologias e das expressões litúrgicas. Se a escola for laica, o ensino religioso é plural: o rabino fala do judaísmo; o pai-de-santo, do candomblé; o padre, do catolicismo; o médium, do espiritismo; o pastor, do protestantismo; o guru, do budismo etc. se for católica, há periódicos retiros espirituais e adequação do currículo ao calendário litúrgico da Igreja. Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação e só são admitidos se, além da competência, comungam os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que sejam democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.
       Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. Programa de auditório de Domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente, a visão de felicidade, a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados etc. em suma, não se fecham os olhos à realidade, muda-se a ótica de encará-la. Há uma integração entre escola, família e sociedade. A Política, com P maiúsculo, é disciplina obrigatória. As eleições para o grêmio ou diretório estudantil são levadas a sério, um mês por ano, setores não vitais da instituição, são administrados pelos próprios alunos. Os políticos e candidatos são convidados para debates e seus discursos analisados às suas práticas.
       Não há provas baseadas no prodígio da memória nem na sorte da múltipla escolha. Como fazia meu velho mestre, Geraldo França de Lima, professor de história (hoje romancista e membro da Academia brasileira de Letras), no dia de prova sobre a Independência do Brasil os alunos traziam para a classe a bibliografia pertinente, dadas as questões, consultavam os textos, aprendendo a pesquisar.
       Não há coincidência entre o calendário gregoriano e curricular. João pode cursar a 5ª série em seis meses ou em seis anos, depende de sua disponibilidade, aptidão e seus recursos. É mais importante educar que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que ascender à elite. Dentro de uma concepção holística, ali a ecologia vai do meio ambiente aos cuidados com nossa unidade corpo-espírito e o enfoque curricular estabelece conexões com o noticiário da mídia.
       Na escola dos meus sonhos, os professores são bem pagos e não precisam pular de colégio em colégio para se poderem manter. Pois é a escola de uma sociedade em que educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, deve ser obrigatório.

Frei Beto


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Fatos e Fotos do Teatro na Creche em 2010


Continuamos a trabalhar com felicidade na Creche tio Sebastião Xavier. Estamos todos motivados para construir novas possibilidades em 2011. Abaixo, lembranças de 2010.












Homenagem ao Patrono da Creche


A filha do patrono de nossa Creche Sra. Lenita da Silva, nos honrou com a sua presença, durante a colocação do retrato de seu pai Sr Sebastião Xavier (In memória), na sala da direção. No período aproveitou para contar o maravilhoso pai que teve, e o quanto fez para a fundação da nossa creche. 

Equipe de Professores, Agentes e Servidores da nossa Creche

 Professora Leiliane de Oliveira (Diretora), Sra. Lenita e Professora Christiane Penha ( Diretora Adjunta)

A emoção da Sra Lenita ao ver a foto do Patrono da nossa Creche



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pós-Graduação em Educação para a Infância:Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental

Bolsa de até 46% para funcionários da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Ver em http://www.posead.com.br/

Área de Conhecimento:

Educação

Carga Horária:

440 h/a

Objetivos da Pós-Graduação em Educação para a Infância:Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fund.:

Promover a especialização de profissionais para atuar na Educação Infantil, com foco nos desafios da qualidade. - Proporcionar aos profissionais da Educação Infantil uma análise crítica e reflexiva sobre a Educação Infantil no Brasil, visando à melhoria da qualidade do atendimento às crianças; - Contribuir para a formação continuada de profissionais da Educação Infantil, oferecendo-lhes condições para entender o conceito de qualidade no atendimento às crianças e para identificar e discutir critérios de qualidade nessa etapa educativa; - Possibilitar ao profissional da Educação Infantil o desenvolvimento de habilidades e de competências necessárias para uma prática pedagógica abrangente e de qualidade.

Disciplinas do Curso em Educação para a Infância:Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fund.

Currículos para a educação da Infância - 40 h/a;
Desenvolvimento e Aprendizagem na Infância - 40 h/a;
Fundamentos da Educação para a Infância - 40 h/a;
Metodologia da Pesquisa e da Produção Científica - 40 h/a;
O Ensino de Arte e Educação Física - 40 h/a;
O Ensino de História e de Geografia - 40 h/a;
O Ensino de Língua Portuguesa: alfabetização e letramento - 40 h/a;
O Ensino de Matemática e de Ciências Naturais - 60 h/a;
Organização do Trabalho Pedagógico - Educação para Infância - 40 h/a;
Trabalho de Conclusão de Curso - 60 h/a;


Valor do Investimento na Pós-Graduação em Educação para a Infância:Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fund.

Entrada + 13 Boletos no valor de: R$ 213,00
Total: R$2.982,00

Valores Promocionais do Curso em Educação para a Infância:Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fund.


à vista no valor de: R$ 1.999,00

Entrada + 13 cheques no valor de: R$ 157,00
Total: R$2.198,00



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fatos & Fotos

Em 2010 produzimos muito. Com isso, aprendemos e ensinamos construindo novas possibilidades. As fotos aqui disponibilizadas, expressam a nossa alegria. Muito breve, estaremos descrevendo cada click, afim de dividir com todos a nossa felicidade. Bem vindos a Creche Tio Sebastião Xavier. 










quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Atividades da Mostra de Experiências - 14/12/2010

Enquanto profissionais da Creche Municipal 05.14.601 Tio Sebastião Xavier, ficamos orgulhosos de comparecermos a Mostra de Experiências no âmbito da Universidade Estácio de Sá, apresentado o trabalho: "Teatro Infantil Instrumentalizado em Português e Língua Brasileira de Sinais. Recreação para o Maternal 1 e 2" redigido pelos Professores Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Leilane de Oliveira, e pelo Prof. (convidado) Antonio Ricardo Penha, que retrata o nosso empenho em fazer de nossos alunos crianças felizes, sonhadoras, conscientes de sua cidadania e importância na construção de um país melhor.






 


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDA - NOSSA PARTICIPAÇÃO



TEATRO INFANTIL INSTRUMENTALIZADO EM PORTUGUÊS E LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: Recreação para o Maternal I e II

Leiliane de Oliveira, Professora, Diretora da Creche Municipal Tio Sebastião xavier (5a.CRE - Rio de Janeiro).

Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Psicóloga, Mestranda em Psicologia pela Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO / Niterói. Professora da Rede Pública e Diretora Adj. da Creche Municipal Tio Sebastião Xavier (5ª CRE – Rio de Janeiro). Professora Assistente dos Cursos de Graduação da Faculdade Gama e Souza/RJ, e da UNIABEU campus Nilópolis e Belford Roxo.

Antonio Ricardo Penha, Teólogo pelo CESUMAR/PR, Mestre em Teologia (Seminário Maior Peniel/PE), Doutorando em Teologia (SETEB/RN), Acadêmico de Pedagogia pelo Instituto A Vez do Mestre (UCAM/RJ).

JUSTIFICATIVA

Em nossa UE, as crianças ocupam seus espaços democraticamente sem a preocupação que nós adultos temos para significações de como promover a inclusão. São livres para viverem suas brincadeiras, observações e diferenças. Neste contexto, observando os pequeninos durante horas, dias, semanas e meses, descobrimos a sua vocação para interagirem entre si respeitando as diferenças pessoais e de linguagens, numa apropriação direta sem as dificuldades que surgem cotidianamente para as pessoas mais velhas. Assim, com a construção de novas brincadeiras e diálogos, contextualizados em Português (oral/escrito) e Língua de Sinais (visual), começamos a desenvolver o lúdico com recursos dessas duas línguas, apropriando a nossa tarefa de educar, com os instrumentos e ferramentas mais importantes do nosso Projeto Político Pedagógico que é a comunicação, para efeito da construção do conhecimento e da formação da cidadania.






OBJETIVOS

Este artigo tem por objetivo analisar as propostas de recursos didáticos que apóiem as atividades bilíngües em Português e Libras no campo da Educação Infantil, tornando-a também acessível à comunicação de alunos surdos matriculados nesta modalidade de ensino e a seus responsáveis, conforme o previsto no Decreto 5626/2005 da Lei 10.436/2002 que reconhece a língua de sinais para a comunicação de surdos brasileiros, oportunizando neste sentido, que esses alunos e sua família tenham participação direta nas atividades da UE, possibilitando a expansão das relações sociais e culturais, fundamentais para a inclusão e a construção de novos saberes.






INTRODUÇÃO

  Em nosso trabalho de atendimento aos alunos do Maternal I e II, destacamos como ferramenta de apropriação do conhecimento, as brincadeiras, a música, o conto de estória e história, o carinho, as advertências para o cuidado com os amiguinhos, e outras atitudes que faz o aluno nesta idade sentir-se seguro no espaço da escola. Neste sentido, “tornar enquanto educador, efetivas às possibilidades de desenvolvimento das crianças e de sua relação com o mundo, instigando-as, desafiando-as na organização interna de informações” (Orientações Curriculares EI, 2010, 24).
O método utilizado em nosso trabalho está intimamente ligado ao teatro e à sua instrumentalização lúdica, que prevê recursos de diferentes naturezas, construídos com ferramentas referenciadas nas culturas surdas e ouvintes, adaptadas para os brinquedos, jogos e contos existentes no universo infantil, em Português oral/escrito e na Língua de Sinais Brasileira, respeitando as necessidades da práxis educacional e a ordem da idade das crianças e de seus coleguinhas, fomentando entre eles outras construções de conhecimento.



 O processo começa com as adaptações dos roteiros dos contos e das canções infantis para as duas línguas, criando um cenário que possa ser entendido tanto pela criança surda e seus responsáveis, quanto pela criança ouvinte, confirmando Aranha (2005, p.17), quando diz que as relações que os homens estabelecem entre si para produzir a cultura se dão em diversos níveis que não se excluem, mas se complementam e se interpenetram.

 No teatro infantil alocado em nossa UE, apresentamos aos alunos, a peça João e Maria, com um roteiro de dinâmicas distribuídas em cartazes, onde os desenhos se apropriam das letras do Português e de Libras, caracterizadas por desenhos. Exemplo: a letra J (português) de João tem a figura de um menino, com bracinhos e cabelinho curto. Essa mesma letra em Libras é desenhada conforme a configuração de mão da língua de sinais (visual), também com bracinhos e cabelinho curto. Ou seja, para as crianças as letras são diferentes, porém, continuam sendo meninos, e neste sentido, é o educador que media este entendimento da criança conforme as Orientações Curriculares para a Educação Infantil (2010, 28), que diz que esta ação do educador deve ir além da disponibilização de materiais, atendendo todo o processo de desenvolvimento e da apropriação da linguagem gráfico-plástica, explorando os materiais em todas as suas possibilidades.
Os recursos mais utilizados para a educação em Libras são de orientação gestual/visual, considerando as expressões corporais e as cores, pois o aluno surdo estabelece uma relação dialógica mais evidente com esses instrumentos, enquanto o aluno ouvinte tem a seu favor além desses recursos a própria escuta. Faz parte da trupe de educadores “atores”, uma professora graduada em psicologia e pedagogia com formação em Libras; uma professora acadêmica de Pedagogia capacitada em contar estórias e história na linguagem infantil; cinco agentes auxiliares de creche que atuam como personagens; e, um professor de metodologia amigo da escola e pai de duas ex-alunas da UE que ajuda nas adaptações do roteiro.





TEMPO DE DURAÇÃO DA EXPERIÊNCIA

 Cinco meses, com duas peças fixas adaptadas para futuras reapresentações bilíngües em Português e Libras.

PESSOAS ENVOLVIDAS NA EXPERIÊNCIA

Oito pessoas, sendo: um professor articulador, um professor no cargo de direção, um professor convidado e cinco agentes auxiliares de creche.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O referencial teórico para a experiência apresentada ordena-se aos estudos de Junqueira Filho (2006), porque nas suas pesquisas sobre Educação Infantil considera importante às linguagens geradoras como fundamental para articulação de conhecimentos validando a permanente construção de novos saberes.





AVALIAÇÃO

 Os alunos que participaram deste espaço demonstraram grande alegria, fato confirmado pelos responsáveis após relato das crianças em casa. Durante as atividades na UE, as crianças colaboram com as suas significações, validando o processo de ensino-aprendizagem conforme o previsto nas Orientações Curriculares para a Educação Infantil. As auxiliares de creche que trabalham diretamente com as crianças avaliam que existe uma aprendizagem positiva permitindo que o conhecimento inicial de Português e Libras seja um elo para a comunicação fora dos muros da escola, além de fomentar nos alunos a idéia de novas construções simbólicas, para as futuras peças.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

INES. Múltiplos Atores e Saberes na Educação de Surdos (Anais do Congresso). Rio de Janeiro: Divisão de Estudos e Pesquisas/INES, 23 a 25 de setembro de 2009, p.44-47.
CAMPOS, M. M. & ROSEMBERG, F. Critérios para um atendimento em Creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília: MEC, SEB, 2009.
JUNQUEIRA FILHO, G. A. Linguagens geradoras: seleção e articulação de conteúdos em educação infantil. Porto Alegre: Mediação, 2006.
HOFFMANN, J. (1993). Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Editora Mediação.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO INFANTIL. Gerencia de Educação Infantil. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Fevereiro de 2010.
PENHA, A. R. (org.). Laboratório de Projetos de Qualificação em Libras. Rio de Janeiro: Quártica Editora, 2009.
SOUTO, R. M. dos S. (2007) Projeto especial de Adolescentes: instrumento de Inclusão nos ciclos de formação. Rio de Janeiro: Coletânea – Anísio Teixeira – E/CREP.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

SEMINÁRIO 'Garantia de direitos na vida de crianças e adolescentes'

Desde 2008 desenvolvemos uma pesquisa intitulada Garantia de direitos na vida de crianças e adolescentes pobres: história e configurações atuais, com financiamento da Faperj. O projeto, centrado na questão da garantia de direitos, bandeira sustentada legalmente pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), se desdobrou em vários sub-projetos, cujos objetivos eram compreender parte da história da internação no Brasil, conhecer a realidade dos abrigos hoje, bem como ter acesso às famílias dos adolescentes que cumprem medida sócio-educativa, para entender de que forma conseguem acompanhar o percurso de seus filhos no sistema. Este edital promoveu a criação de um grupo de pesquisa envolvendo quatro pesquisadores de instituições diferentes e seus alunos. Neste seminário que agora divulgamos pretendemos discutir resultados da pesquisa obtidos até o momento, com o objetivo de incrementar a análise em curso.
 

Será dia 23 de novembro de 18:00 às 22:00.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010FALE-UNIRIO: FÓRUM DE ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E ESCRITA

Olá profissionais da Educação Infantil. Participem do FALE-UNIRIO (XXV FALE)

Será na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na praça do Bondinho do Pão de Açúcar, na Praia Vermelha, um pouco depois da UNIRIO.

A data do próximo encontro é 27/11, das 9h às 12h, num sábado!
É só chegar e participar. Como sempre, o encontro é aberto e gratuito!

Aguardamos por vocês lá!
Mais informações pelo e-mail: falerj@yahoo.com.br

equipe organizadora.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Relação dos trabalhos selecionados para pôster na Troca de Experiências Bem Sucedidas na Educação Infantil 2010

Relação dos Pôsteres por CRE
 
1ª CRE
 
I - Projeto Folclore na Educação Infantil – CIEP 01.02.502 Avenida dos desfiles – Setor 6 – Profª Ângela dos Santos Araujo e Solange Gaspar Mendes da Silva
II- Descobrindo as diferenças - Escola Municipal 01.03.008 Fundação Leão XIII – Profª Sabrina Guedes de Oliveira
 
2ª CRE
 
I - Só mais uma história – EDI 02.09.022 Aníbal Machado – Profª Cátia Cirlene Gomes de Oliveira

II - Você tem medo de quê? – EDI 02.09.022 Aníbal Machado – Profª Cátia Cirlene Gomes de Oliveira
 
3ª CRE
1.Comprando e vendendo vou aprendendo – Escola Municipal 03.12.039 Jardim Guadalajara – Profª Elizete da Silva Bezerra, Profª  Rosângela da Cruz Leite Rodrigues, Profª Cristiane Ferreira Cunha Amâncio, Profª Karoline Pereira Maia e Profª Michele Gitsos
2.Conversa de botequim – Escola Municipal 03.12.019 Olavo Josino de Salles – Profª Maria Silva de Moraes e Prof. Carlos Alberto Marangon de Lima ( pedir para trazer o vídeo na 6ª feira)
 
4ª CRE
1.O lixo e seus impactos na cidade – Escola Municipal Especial 04.20.023 Rotary Club – Profª Fernanda Conde Collares Xavier
2. Sou brasileiro, tenho origem e valor – Creche Municipal 04.20.603 Dr. Antonio Monteiro – Prof. Articulador Rejane Maia Cunha
 
5ª CRE
 
I- Entrou por uma porta e saiu pela outra ... quem quiser que conte outra – Creche Municipal 05.14.608 Joseph Barbera – Profª Denise Pereira
 
II- Chá Literário – Escola Municipal 05.15.036 Rocha Pombo – Profª Ana Claudia do Prado Lopes
 
III- Teatro Infantil Instrumentalizado em Português e Língua Brasileira de Sinais: Recreação para o Maternal 1 e 2  - Creche Municipal 05.14.601 Tio Sebastião Xavier – Profª Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Profª Leilane de Oliveira, Prof.Antonio Ricardo Penha
 
6ª CRE
1.Lendo, Aprendendo, Criando Significados – Escola Municipal 06.25.020 Artur Azevedo – Profª Verônica santos Carreiro
2.Brinquedos e Brincadeiras ... é vida de criança – Creche Municipal 06.25.604 Herbert de Souza – Betinho – Agente Auxiliar de Creche Mônica Oliveira Paim da Costa e Agente Auxiliar de Creche Noemi Paes Leme de Sousa
3.Do contexto ao texto ou vice-versa? _ Escola Municipal 06.25.002 Firmino Costa – Profª Simone Garcia da Silva
4.Preparando Leitores e Escritores – Creche Municipal 06.25.604  Herbet de Souza – Betinho – Agente Auxiliar de Creche Marta do rosário Marcos Justino de Souza e Agente Auxiliar de Creche Maria Lúcia de Lima Reis
5.Pintando e bordando: uma experiência com artes visuais na creche – Creche Municipal 06.22.602 Silvio Amâncio – Profª Aline de Mattos da Costa Soares
 
7ª CRE
1. O mundo da criança na visão de Monteiro Lobato – Escola Municipal 07.24.027 Maria Clara Machado - Profª Giselle de Souza Quarto e Profª Glória da Cruz Nunes
2.A arte faz e conta o nosso folclore – Escola Municipal 07.16.610 Poeta Mário Quintana – Profª Andrea Carpinetti de Oliveira, Irys Fernandes de Araujo Xavier, Núbia Mondalto Carneiro de Freitas e Raquel Heringer
3.Projeto: De 2 a 102, solidariedade não pode ficar pra depois! – Creche Municipal 07.16.610 Tia Malu – Prof Articuladora Rosana Braga Del Guerso
4.Rio Janeirices – Passeando pelo Folclore – Creche Municipal 07.16.613 Maria da Conceição Silveira de Carvalho - Profª Marisa Lacerda Mesquita, Elaine Cristina Stuber Scheneiderman e Valessa Damielle Souza Eleotéreo de Carvalho
5.Guardião da água – EDI 07.34.801 Jardim do Amanhã – Profª Isa Hardt, Cídia Cavalcante Lima, Agente Auxiliar de creche Vanessa da Silveira, Márcia da Conceição Costa da Silva e Ana Paula da Silva Gonçalves Freitas
6.Projeto movimentAção – Creche Municipal 07.34.601 Luzes do Amanhã – Prof Márcia Maria de Souza Roque

8ª CRE
1.Tudo é Vida, uma música, e muitos significados – Escola Municipal 08.33.049 Deodoro – Profª Tânia Maria dos Santos Teixeira
2.Sabor Caipira – Escola Municipal 08.17.025 República árabe Unida - Prof. Érica Damasceno Sesquim
 
9ª CRE
1.Introdução à Libras – Creche Municipal 09.18.605 Sempre Vida Professora Eugênia Maria Veloso Marchese
2.A copa de Lêle – CIEP 09.18.510 Armindo Marcílio Doutel de Andrade – Profª Evanilda de Jesus Oliveira
3.Alimentação de qualidade, aqui nós temos! – Creche Municipal 09.18.614 Zélia Chauke Curi – Profª Roselene Araujo Barroso Suarez
 
10ª CRE
1.Eu conheço minha história – leitura desde o berço – EDI  10.19.603 Jardim dos Vieiras – Profª Silvina Ascenção Soares e Agentes Auxiliares de Creche Gilceli Moreira Ignez e Marisa Maria da Conceição da Camara
2.Acompanhar é crescer – uma experiência com portfólio – Escola Municipal 10.26022 Padre Carlos Henrique de Souza – Profª Patrícia Mendonça de Assis
3.Pequenos Leitores: grandes cidadãos – EDI 10.19.603 Jardim dos Vieiras – Profª Silvina Ascenção Soares e Agentes Auxiliares de Creche Gilceli Moreira Ignez e Marisa Maria da conceição da Camara

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

5a.CRE Presença Constante. Apoio Sempre.

A Professora Nanuza que aparece nesta foto com a personagem Maria, é a representante enviada pela 5a. CRE para assistir  e apoiar o nosso trabalho com os alunos. Agradecemos o apoio e supervisão permanente da nossa CRE e da  gerência de Educação Infantil / SME. O sucesso é de todos neste trabalho.